quinta-feira, 25 de março de 2010

this is the last song I write while still in love with you

Tem coisas que só a música faz por você.

Para todas as outras damos um jeito.

You beg, you borrow, you steal.

uma homenagem

ela pediu pra ele falar sacanagem e ele disse eu te amo.

by gustavo calenzani


isso é tão genial que tem que postar pro mundo!
te dei os créditos, nem vem reclamar ;)

desconstructing who?

Acho que eu tô fora de foco. é um período ou sempre foi assim? faz parte da chatice de querer tudo ao mesmo tempo aqui agora. não lembro o que eu li ontem. não lembro a manchete do jornal de hoje. não era assim, viu. juro que não. mas já faz um tempo que escapa... é muita informação, muita coisa. se quiser me enxergar, tem que usar lentes de correção. Falta só descobrir se é côncava ou convexa!



me empresta a lógica

É engraçado. Você tem que colocar um título e ouve uma palavra. numa música, num comentário na TV, da sua avó palpitando sobre um assunto familiar. Não importa. Você escuta e usa a palavra. Ela nem tem muito a ver, a principio, depois talvez tenha. Também não importa. Alguém sempre vai achar genial e vai associar isso com qualquer outra coisa que você também nem tinha pensado quando escreveu. Gênios, viu.

Porque sim, oras

A gente quer um monte de coisa o tempo todo, todo dia, toda hora. A gente quer tudo ao mesmo tempo. A gente é muito chato. Muito. Dá pra parar e ficar quieto. Aproveitar o intervalo da chuva e ir comer pão com manteiga na padaria? Parar com a máxima eficiência para a máxima produtividade? Será que assim a gente consegue relaxar e ouvir aquela música foda com o fone no ouvido para não perder nenhuma nota do violino, do baixo, do piano? Eu quero todos os instrumentos. quero. porque sim, oras...

janela

Eu queria voltar a escrever mas não sei direito como. Falar do quê? Na primeira pessoa? Na terceira? Narrar uma história real ou inventada? Faz diferença? A vontade voltou essa semana quando eu tive que sentar e escrever coisas. Minhas, suas, do mundo.

Daí hoje eu reli o blog de um amigo, um desses que escreve e manda bem, que já foi próximo, mas que eu não vejo há muito tempo. Me bateu uma saudade. Saudade da maluquice dele, das idéias, das frases curtas, do zigue-zague. Sai de casa com os fones no ouvido e me inspirando com a cidade, com as pessoas. A cara comum de um, o cansaço do outro. Vidas ordinárias e extraordinárias. Como a minha. Como a sua. Ah, sei lá. Sabe? Hoje é só o primeiro dia.